Saltar para o conteúdo
InstitutoNuno CortezDesenvolvimento do potencial humano
Cena ilustrativa · Champions para a mudança
Formação de Change Champions · Gestão da mudança

Prepare uma rede de champions para fazer a mudança acontecer.

Desenvolva a capacidade de adaptação das equipas com profissionais preparados para comunicar a mudança, envolver colegas e apoiar novas práticas. Uma metodologia comum, treino de competências e aplicação nos projetos reais da organização.

Conversa de 30 minutos · Online

A vantagem de saber mudar

A capacidade de adaptação constrói-se no trabalho das equipas.

Os mercados evoluem, os clientes alteram expectativas e a tecnologia transforma processos. A capacidade de compreender o que muda, aprender e ajustar a resposta pode tornar-se uma vantagem competitiva: na pessoa, na equipa e na organização.

Uma decisão de gestão precisa de chegar às conversas e às práticas de todos os dias. Os champions ajudam a aproximar esses dois níveis: dão contexto, envolvem os colegas e fazem chegar ao projeto as dúvidas e os obstáculos que precisam de resposta.

ProjetoChampionsEquipas
Apoio aos colegas. Retorno ao projeto.
Nuno Cortez
Quem conduz o percurso

Nuno Cortez

Fundador do Instituto Nuno Cortez

A experiência em consultoria, gestão de projetos e liderança de equipas dá contexto à compreensão das pessoas. Nuno participou em mais de 30 projetos de sistemas e transformação organizacional, com percurso em Andersen Consulting, atual Accenture, e Valantic.

Sonae Distribuição, EDP, RAR, Super Bock Group e BA Glass são referências do seu percurso em projetos e consultoria. Durante nove anos, liderou a equipa SAP do grupo BA Glass.

A formação em Psicologia e o trabalho com atletas desde 2018 acrescentam uma leitura da motivação, da confiança e da capacidade de agir sob pressão. Esta combinação liga as exigências do projeto ao desenvolvimento da flexibilidade e da participação nas equipas.

Percurso e formação

Licenciado em Informática de Gestão, pós-graduado em IT Management pela Porto Business School e mestre em Psicologia Clínica e da Saúde. Fundou a Abaco Academy em 2017 e é Diretor da Academy na Valantic.

Competências a desenvolver

Comunicar com clareza. Mobilizar com flexibilidade.

Compreender a mudança é o início. O papel do champion pede capacidade para reconhecer dificuldades, adaptar o apoio e ajudar os colegas a experimentar novas formas de trabalhar.

  • Dar sentido à mudança. Explicar o propósito e o que muda no trabalho dos colegas.
  • Escutar e compreender. Distinguir receios, falta de clareza, necessidade de prática e obstáculos da operação.
  • Mobilizar com flexibilidade. Trabalhar a utilidade da mudança e adaptar conversas e experiências à realidade da equipa.
  • Encaminhar o que bloqueia. Reunir feedback útil e levá-lo a quem pode responder.
  • Aprender com a aplicação. Observar novas práticas, partilhar dificuldades e ajustar a atuação.
Uma forma comum de trabalhar

Do propósito da mudança à ação de cada champion.

Cinco movimentos dão à rede uma forma comum de atuar. Os champions aprendem a compreender o contexto, preparar conversas, experimentar ações e rever o que aconteceu. A linguagem e os exercícios ajustam-se aos projetos da organização.

  1. 01

    Compreender

    Clarificar o propósito, os impactos nas pessoas e o papel do champion.

  2. 02

    Envolver

    Preparar mensagens, escuta e formas de participação adequadas à equipa.

  3. 03

    Aplicar

    Treinar conversas e preparar ações ligadas a um desafio real.

  4. 04

    Escutar

    Recolher experiências, dúvidas e sinais do que ajuda ou dificulta a adoção.

  5. 05

    Ajustar

    Rever a experiência, encaminhar obstáculos e preparar o próximo passo.

Rever a experiência para preparar o próximo movimento.

Conversar sobre o percurso da nossa organização ↗
Aprendizagem ligada ao projeto

Treinar nas sessões. Aprender com a aplicação.

TreinoAplicaçãoRevisão

Os participantes ensaiam conversas, analisam situações e preparam instrumentos para usar nas equipas. Na aplicação, experimentam uma ação ligada ao projeto; na revisão, trazem as respostas que encontraram e as dificuldades que precisam de trabalhar.

Esta sequência pode integrar uma Academia de Gestão da Mudança existente. O ritmo, a duração e os momentos de aplicação e revisão são definidos com a organização.

A continuidade da rede e eventuais momentos de acompanhamento posteriores são definidos na proposta.

Ferramentas para usar no terreno

Um papel claro. Conversas preparadas. Ações com seguimento.

Selecionamos e desenvolvemos os instrumentos de acordo com os objetivos do percurso. Exemplos de trabalho:

Carta do papel
Responsabilidades, limites, articulação com a chefia e vias de apoio.
Guião de conversas
Perguntas para compreender dificuldades, explicar a mudança e preparar uma experiência.
Plano de ação no projeto
Público, ação, responsável e sinais a observar na aplicação.
Registo de obstáculos e retorno
O que surge nas equipas, quem pode responder e o que foi devolvido aos colegas.
Investigação em gestão e referências internacionais

O que ajuda uma rede de champions a funcionar.

Patrocínio visível. Um papel claro. Pessoas com credibilidade nas equipas. Preparação prática. Tempo para atuar. Feedback com resposta. O percurso liga estas condições à realidade dos projetos, apoiando-se em investigação organizacional e referências internacionais de gestão da mudança.

Investigação científica · Gestão da mudança

Envolver, capacitar e acompanhar.

Stouten, Rousseau e De Cremer (2018) integram investigação e modelos de gestão da mudança, identificando práticas como compreender o contexto, envolver as pessoas, desenvolver competências e acompanhar a implementação.

A revisão de 79 estudos quantitativos de Oreg, Vakola e Armenakis (2011) analisa como a participação, a comunicação e o contexto organizacional se relacionam com as reações à mudança.

No percurso: trabalhar situações reais, treinar conversas e rever a aplicação nas equipas.

Stouten et al. · Academy of Management Annals ↗
Oreg et al. · Journal of Applied Behavioral Science ↗
Benchmarking profissional · Prosci

Dar à rede apoio para atuar.

A investigação de benchmarking da Prosci identifica patrocínio ativo e visível, abordagem estruturada, envolvimento dos colaboradores e apoio às chefias entre os fatores mais referidos pelos profissionais como contributos para o sucesso da mudança.

Para redes de champions, recomenda seleção pela credibilidade, clareza do papel, formação, apoio continuado e comunicação nos dois sentidos.

Na preparação: alinhar o papel dos champions, o apoio das chefias e os canais de retorno ao projeto.

Prosci · Boas práticas de gestão da mudança ↗
Prosci · Redes de agentes de mudança ↗
Referencial profissional · ACMP

Ligar preparação, execução e avaliação.

O Standard for Change Management da Association of Change Management Professionals, atualizado em 2025, reúne práticas profissionais para avaliar os impactos e a preparação da organização, definir a estratégia, planear, executar e concluir o esforço de mudança.

É um referencial independente de uma metodologia proprietária, com aplicação ajustada ao contexto.

Com a organização: ligar a capacitação aos objetivos, às responsabilidades e aos momentos de acompanhamento do projeto.

ACMP · Standard for Change Management, 2.ª edição ↗

Da formação ao trabalho. A meta-análise de Hughes e colegas (2020) encontrou associações positivas entre apoio de pares, chefias e organização e a transferência da formação. Esta evidência reforça a importância de preparar oportunidades de aplicação e apoio no contexto profissional. Consultar a meta-análise ↗

Sobre estas referências

As revisões científicas sintetizam investigação; o benchmarking da Prosci reúne relatos de profissionais; o Standard da ACMP sistematiza práticas profissionais aceites. Usamos estas referências para orientar o desenho e a avaliação do percurso. As associações observadas nos estudos não demonstram, por si só, causalidade, nem constituem validação específica desta formação ou do ciclo de cinco movimentos.

Acompanhar o que acontece depois

Indicadores de aplicação e adoção, além da satisfação.

Acordamos indicadores proporcionais ao projeto e aos dados disponíveis. Estes exemplos são propostas de acompanhamento, a selecionar com a organização.

Exemplos de indicadores a acordar
DimensãoO que observarExemplo de evidência
Preparação da redeClareza do papel e condições para atuar.Carta do papel alinhada com a chefia e tempo de atuação acordado.
AprendizagemCapacidade para escutar, comunicar e preparar uma ação.Exercícios observados, instrumentos produzidos e feedback de prática.
Aplicação no terrenoAções acordadas que foram experimentadas nas equipas.Registo de ações realizadas face às previstas e reflexão sobre a experiência.
Resposta aos obstáculosFeedback que recebeu encaminhamento e resposta.Questões com responsável, decisão e retorno à equipa, no prazo acordado.
Adoção e qualidadeUtilização das novas práticas e qualidade da execução.Comportamentos ou tarefas definidos pelo projeto, observados ao longo do tempo.

Definimos o ponto de partida, o momento de revisão e as fontes de informação. Sempre que viável, cruzamos autoavaliação com observação ou registos de trabalho. Os resultados de adoção dependem também das decisões e condições do projeto.

Preparar a rede para atuar

Competências com espaço para serem usadas.

O alinhamento inicial ajuda a ligar a formação às condições concretas da organização.

  • Um responsável interno pela rede e articulação com os projetos.
  • Champions com credibilidade junto dos colegas e cobertura das áreas envolvidas.
  • Chefias que clarificam o papel e acordam tempo para o exercer.
  • Canais para pedir apoio, encaminhar obstáculos e receber resposta.
  • Momentos de partilha, revisão e reconhecimento da contribuição da rede.
Condições

Formato, adaptação, certificado e investimento.

Formato e duraçãoPresencial, online ou híbrido: o formato e a duração são sempre definidos em função dos objetivos da organização.
Âmbito e adaptaçãoOs tópicos apresentados são propostas adaptáveis. Os conteúdos são selecionados em função dos objetivos e do contexto da organização e definidos na proposta, em articulação com o projeto.
ParticipantesO número e a composição dos participantes são definidos conforme os objetivos e o contexto da organização.
Investimento sob consultaProposta em função dos objetivos, âmbito, formato e participantes acordados.
Participação, materiais e certificado
RequisitosTer sido designado para o papel e ter tempo protegido acordado com a chefia. Nenhum conhecimento técnico prévio além do que a empresa já deu.
Exemplos de materiaisManual do participante, guiões e modelos dos entregáveis.
AvaliaçãoParticipação nas atividades acordadas, instrumentos produzidos e autoavaliação. Os momentos de revisão da aplicação e eventuais indicadores de adoção são acordados na proposta.
CertificadoCertificado de formação profissional registado no SIGO para quem cumpra as condições de participação e avaliação acordadas para a formação.
FormadorNuno CortezFundador do Instituto Nuno Cortez.
Organizações sobre a formação com Nuno Cortez
«A avaliação da formação foi muito positiva, entre as melhores do ano. Já foi possível observar mudanças muito positivas no imediato.»Lúcia Marisa Pereira · Human Resources Generalist · BorgWarner
Perguntas frequentes

Preparar um percurso para a sua organização.

Pode integrar uma Academia de Gestão da Mudança?

Sim. O percurso pode articular-se com uma Academia existente, utilizando a linguagem, os projetos e os instrumentos da organização. A conversa inicial permite definir o contributo da formação e a ligação aos restantes momentos da Academia.

Os participantes já precisam de estar selecionados?

Podemos começar por enquadrar o papel e as competências a desenvolver enquanto a organização prepara a seleção. Para a aplicação em projetos, é importante conhecer as equipas abrangidas e as condições de atuação dos participantes.

Como se trabalha com profissionais de áreas diferentes?

Partimos de uma estrutura comum e trabalhamos situações concretas das áreas representadas. A partilha entre champions ajuda a reconhecer padrões e a preparar respostas adequadas a cada equipa.

A formação inclui aplicação e acompanhamento?

A proposta define as ações de aplicação, os momentos de revisão e o apoio previsto ao longo do percurso. Eventual acompanhamento posterior ou apoio à continuidade da rede é acordado especificamente.

Como é avaliado o percurso?

As condições de participação e avaliação são definidas na proposta. Podem combinar exercícios, instrumentos produzidos, autoavaliação e revisão de ações no terreno. Quando o âmbito permite acompanhar a adoção, os indicadores e a recolha de dados são acordados com a organização.

As chefias devem participar?

O seu envolvimento ajuda a alinhar responsabilidades e tempo para o papel. A forma de participação, por exemplo no arranque ou no alinhamento da carta do champion, é definida conforme os objetivos.

É apenas para projetos de tecnologia?

Não. Pode apoiar mudanças de processos, novas formas de trabalho, reorganizações e outros projetos com impacto nas equipas. Em IA ou sistemas, a capacitação dos champions articula-se com a formação técnica necessária.

Que capacidade de mudança quer desenvolver na sua organização?

Conte-nos os projetos, as equipas e o contributo esperado da rede. Numa conversa de 30 minutos, online, enquadramos os objetivos e os próximos passos para uma proposta ajustada à sua organização.

Marcar conversa sobre a formação

O próximo movimento pode ser teu.

Escolher o meu próximo movimento

O próximo movimento começa aqui.

Escolher o meu próximo movimento