Antes
Acordar objetivos, papéis, duração, honorários, cancelamento, contacto entre sessões e condições de término.

Um processo profundo precisa de uma relação em que possas perguntar, escolher e dizer não. Conhece os compromissos que protegem a tua autonomia, a tua privacidade e o teu ritmo no Código Vital®.
Uma prática responsável começa antes da primeira técnica. Começa quando existem objetivos compreendidos, papéis claros, consentimento e espaço real para perguntar, escolher ou parar.
Princípios que se tornam visíveis na relação, nas decisões e na forma de conduzir todo o processo.
Com respeito pela sua história, cultura, identidade, convicções e circunstâncias, sem discriminação.
Definir objetivos, colocar limites, recusar propostas, interromper uma prática ou terminar o processo.
Compreender finalidade, forma de trabalho, limites, registos e uso de dados. O consentimento é contínuo e pode ser retirado.
Receber acompanhamento dentro da formação demonstrada pelo facilitador, com supervisão quando necessária.
Distinguir observações, interpretações e hipóteses, sem transformar leituras ou instrumentos em verdades sobre a pessoa.
Contar com um ritmo responsável e com encaminhamento qualificado quando a situação pede outro tipo de apoio.

A qualidade do processo depende da preparação de quem facilita, da capacidade de adaptar a proposta e da humildade para pedir supervisão ou encaminhar.
Acordar objetivos, papéis, duração, honorários, cancelamento, contacto entre sessões e condições de término.
Adaptar o ritmo aos recursos e ao contexto da pessoa. Nenhuma prática é imposta nem usada para ultrapassar uma recusa.
Usar perfis, Revelation, CVI e outros instrumentos como pistas contextuais para reflexão, nunca como rótulos, causas ou destinos.
Interromper ou limitar o trabalho quando faltam condições de segurança e procurar o apoio adequado à situação.
Confiança não significa acesso ilimitado. Significa saber o que é recolhido, porque é necessário e como será protegido.
A informação partilhada é protegida e os limites legais são explicados antecipadamente.
Recolhe-se apenas o necessário, com finalidade, acesso e prazo definidos segundo a legislação aplicável.
O uso de testemunhos ou elementos identificáveis exige consentimento específico, livre e documentado.
Fica claro quem contrata, quem participa, que informação pode ser devolvida e o que permanece confidencial.
O regresso à Essência é apresentado como exploração interior e integração na vida, nunca como revelação externa de uma identidade, origem ou destino. Formação, experiência, preços, condições e resultados são comunicados de forma verificável, sem usar medo, autoridade ou garantias de cura.
O nome, os instrumentos e os materiais do Código Vital são utilizados dentro das autorizações concedidas. Uma certificação para facilitar o método não concede automaticamente autorização para o ensinar, sublicenciar ou criar derivados.
Uma preocupação sobre a conduta de um facilitador pode ser enviada ao Instituto com os factos, datas e elementos relevantes. A situação é analisada com discrição, direito de resposta e medidas proporcionais, sem substituir autoridades, ordens profissionais ou vias legais competentes.
Comunicar uma questão éticaEstá na forma como se escuta, como se apresenta uma hipótese, como se respeita um não e como se reconhece o momento de parar. Facilitar o Código Vital implica presença, humildade e responsabilidade pela qualidade da relação.